Armação de guerra
R$ 62
Entre cowboys e crocodilos, disfarçado na velocidade dos poemas de Armação de guerra, está o tempo de amanho da escrita de Manoella Valadares. São vozes do campo, das ruas e dos livros encarnando personagens que tiram leite, viajam e fazem poesia. As sílabas saltam em meio aos ruídos: o engenhoso vocabulário da autora nos guia a um grau de precisão entre o silêncio e o excesso, o tempo aberto e o fechado. Neste jogo perigoso, estendem-se as intimidades, as ameaças do mundo e a vida singular dos animais. A armação, além do fogo e do ferro, diz também sobre algo que se monta e se arranja no corpo, no céu e no pasto.
Sobre a autora
Manoella Valadares é poeta. Publicou Ninguém morreu naquele outono (Telaranha, 2024, finalista do Prêmio Jabuti 2025), A tasquinha do cupim (Impressões de Minas, 2025) e traduziu Hotel Particulier (Fictícia, 2025), de Frank O’Hara. Vive entre Rio de Janeiro e Londres.
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