Ninguém morreu naquele outono
R$ 50
Este livro de estreia de Manoella Valadares traz poemas de caráter irresoluto. Marli, Alba e Gilda são personagens que aparecem e desaparecem, por vezes conversando entre si ou com uma figura desconhecida. Uma das características essenciais do livro é a incompletude — trata-se de um quebra-cabeça com peças perdidas. E se há uma peça que caberia naquele espaço, ela nunca vai se encaixar, porque está carcomida, pendente, fragmentada. Assim, o título emerge em um lugar ambíguo entre a afirmação e a interrogação sobre uma possível morte, ainda não anunciada.
Finalista do Prêmio Jabuti 2025 na Categoria Autor Estreante – Poesia.
Sobre a autora
Manoella Valadares é poeta. Publicou Ninguém morreu naquele outono (Telaranha, 2024, finalista do Prêmio Jabuti 2025), A tasquinha do cupim (Impressões de Minas, 2025) e Armação de guerra (Telaranha, 2026). Traduziu Hotel Particulier (Fictícia, 2025), de Frank O’Hara. Vive entre o Rio de Janeiro e Londres.
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